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terça-feira, 16 de abril de 2019

EXPANSÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO CONTINUA LONGE DA IDEAL

Blog do Alex Ramos
Promotora Dra karine Guará
A expansão da presença das mulheres no mercado de trabalho formal ainda está longe de ser a ideal para acabar com as desigualdades e a discriminação de gênero nesse ambiente. A realidade continua sendo desfavorável para elas.

Elas ocupam menos vagas do que os homens, se concentram em setores específicos, e como foi dito recebem menos até quando exercem a mesma função e são expostas a violências, como as morais e sexuais.

A promotora de Justiça Dra karine Guará fala sobre o assunto. 

"Aquela pessoa (funcionário) que se achar perseguida, prejudicada seja por assédio moral ou sexual deve formalizar denúncia na delegacia ou no Ministério público, que atuamos no caso, e os responsáveis sejam punidos segundo a lei", disse a promotora Dra Karine Guará. 

E quanto maior a escolaridade, maior a desigualdade. Mulher com ensino superior completo ou mais recebem cerca de 63% a menos do que os homens na mesma situação recebem.

Os dados são da última publicação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado no ano passado, ou seja, 2018. 

De acordo com a publicação, 21,5% das mulheres de 25 a 44 anos de idade concluíram o ensino superior contra 15,6% dos homens na mesma faixa etária, mas o rendimento delas equivalia a cerca de ¾ da renda masculina. Enquanto a média de rendimento dos homens foi de R$ 2.306, o das mulheres foi de R$ 1.764. 

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Luzimar Rodrigues