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sexta-feira, 26 de julho de 2019

QUE VERGONHA! IRMÃO, MULHER, PAI: CABE TODO MUNDO NA FARRA DOS SUPLENTES

Blog do Alex Ramos


Assumir o mandato por alguns meses ou mesmo dias rende um bom dinheiro para suplentes de senadores. 

Alguns senadores escolhem parentes próximos para a suplência por ocasião do registro da candidatura eleitoral. Ao assumir o Ministério das Minas e Energia, em janeiro de 2015, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) deixou a vaga para a mulher, Sandra Braga, do mesmo partido. Ela ficou 16 meses no cargo e recebeu duas ajudas de custo.

Gilvan Borges (PMDB-AP) tirou licença e abriu vaga para o irmão Geovani Borges (PMDB), em abril de 2011. Em oito meses de mandato, ele utilizou R$ 494 mil da verba para o exercício do mandato, em valores atualizados. Gastou R$ 207 mil com aluguel de carros. Gilvan Borges sempre teve apreço pela família. Em 1997, contratou a mulher e a mãe como assessoras no seu gabinete. Questionado sobre o feito, respondeu, sem cerimônia: “Confiança é confiança. Uma dorme comigo e a outra me pariu”.


Pai do senador Ivo Cassol (PP), o suplente Reditário Cassol assumiu o mandato por quatro meses e meio em 2018. Gastou R$ 149 mil do cotão, sendo R$ 107 mil com divulgação. Ele já havia assumido o mandato por quatro meses em 2011. Levou uma ajuda de custo por cada breve mandato.
 Do NBO, fonte:Senado Federal/Lei de Acesso à Informação

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Luzimar Rodrigues