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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

ANDRESSA URACH: “QUANTO MAIS SUJO O SEXO, MAIS SE FAZ DINHEIRO”


Blog do Alex Ramos
Andressa Urach expõe de forma nua e crua sua vida relacionada a prostituição e drogas no livro Desejos da Alma. Aos 32 anos e atualmente evangélica, a ex-Miss Bumbum revela que gostava de inventar polêmicas para ganhar mais dinheiro como garota de programa. Além disso, explica que sexo sujo rende mais cachê.

Em entrevista à revista Quem, Andressa relembrou um episódio de 2013, quando inventou que um de seus tops havia sido roubado. Num quarto de hotel, ela contou: “Foi aqui que inventei a história do top roubado da minha fantasia de Carnaval”.

“Foi um escândalo intencional porque eu queria ficar com a parte de cima nua. Eu era muito arrogante e prepotente. Não era nada, mas me sentia a estrela do momento”, disse.

Na época, Andressa chegou a chorar para a mídia, mas tudo não passava de armação. “Todas as famosas querem destaque na imprensa porque gastam absurdos. Eu gastava 80 mil reais em uma fantasia para aparecer um dia! É um investimento muito grande e às vezes, as pessoas pagam até muito mais para ser rainha”, afirmou.

“Era uma competição muito grande de quem queria aparecer mais. E eu queria muito aparecer e o Carnaval era o momento. Buscava estar em evidência para aumentar o meu cachê na prostituição”, revelou.

No bate-papo, Andressa também contou que, a longo prazo, a vida como prostituto não oferecia tanto dinheiro se ela não se arriscasse no sexo. “Comecei a fazer sadomasoquismo porque quanto mais sujo e nojento o sexo, mais a gente faz dinheiro. Eu já não pensava mais em nada, só no dinheiro. Perdi o limite. Comecei a não sentir mais prazer no sexo normal”, disse.

“Eu precisava ser agredida, agredir, me submeter à urina, fezes e coisas muito piores. Era algo que você perdia a dignidade e se sentia um lixo e sentia prazer em se sentir um lixo. Tinha clientes que me pagavam absurdos para que eu os humilhasse. Eram homens poderosos e famosos, geralmente casados com mulheres lindas”, refletiu Andressa, que já foi viciada em drogas.

“Comecei a usar cocaína aos 21 anos, quando entrei para a prostituição. A cocaína era um hábito para mim e fazia parte do meu dia; eu cheirava de manhã, de tarde e de noite. Também bebia todos os dias”, declarou.

Agora, após relatar no livro Morri Para Viver seu estado de quase morte, Andressa mantém uma vida sem luxos e se dedica à criação de seu filho, Arthur.
“Quando me converti, tive que aprender a perder para ganhar. Eu tinha um padrão de vida muito alto, que era mantido com a prostituição […] Sempre justifiquei a prostituição com a mentira de dar uma boa vida para o meu filho”, disse.

“Trocava pequenos momentos com o meu filho pela fama, baladas, viagens… Ficava dias sem dar notícia. Minha mãe assumia a responsabilidade com ele. Eu dava uma vida confortável e luxuosa para a minha mãe cuidar do meu filho, mas eu não comportava como mãe. Ele tinha 9 para dez anos quando meu converti. Digo que precisei morrer e nascer de novo para criar um laço com ele. Hoje meu maior prazer é ficar em casa com ele”, concluiu.

Do Metrópoles


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Luzimar Rodrigues