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quarta-feira, 7 de abril de 2021

Após ‘saidinha’ de Páscoa, Rony Boy não volta à Pedrinhas e está foragido em São Luís

 Blog do Alex Ramos

Após ser beneficiado pela ‘saidinha’ de Páscoa, o detento Rones Lopes da Silva, conhecido como ‘Rony Boy’, não retornou à Penitenciária de Pedrinhas e agora consta como foragido da Justiça.

Além dele, outros 30 detentos não voltaram aos estabelecimentos prisionais da Grande São Luís até às 18h da última terça-feira (6), que era o prazo máximo estipulado pela Justiça.

Ao todo, 628 detentos tinham sido beneficiados com a ‘saidinha’, após decisão inicial do juiz auxiliar da 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís. Posteriormente, outros presos também entraram na lista de beneficiados. No entanto, efetivamente, 620 presos saíram, enquanto 43 foram impedidos por terem contra si outras ordens de prisões.

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Rony Boy estava preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas e responde por participação em organizações criminosas, além de crimes previstos nos artigos 250 e 262 do Código Penal Brasileiro, que são:

·         Artigo 250 – Causar incêndio, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem.

·         Artigo 262 – Expor a perigo outro meio de transporte público, impedir-lhe ou dificultar-lhe o funcionamento.

 

Antes, Rony Boy foi acusado pelo Ministério Público de ser o mandante do assassinato e canibalismo do detento Edson Carlos Mesquita da Silva, em dezembro de 2013, em uma das celas do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, conforme apontado na certidão de óbito e nos laudos de exame cadavérico. Os restos mortais da vítima só foram identificados devido a uma tatuagem que tinha nas costas.

Uma das testemunhas declarou em juízo que, no pavilhão em Pedrinhas, onde vítima e acusados estavam presos, nada acontecia sem a permissão de uma pessoa conhecida como ‘Sapato’, que seria o líder e recebia ordens de Rony Boy.

Julgamento aconteceu no 4º Tribunal do Júri e a imprensa não pôde fazer imagens dos réus — Foto: Reprodução/TV Mirante

Em Júri Popular realizado em 2019, mesmo diante das provas, Rony negou participação no crime. Os jurados reconheceram a existência de elementos físicos que comprovavam o crimemas ainda assim decidiram absolver Rony e outros acusados.

Fonte: G1


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Luzimar Rodrigues