Blog do Alex Ramos
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| Material apreendido em uma das buscas da operação Underground 2 (Foto: Divulgação/Polícia Federal ) |
Polícia Federal faz operação
contra pornografia infantil na
manhã desta quinta-feira (26) em
sete estados. Os dez mandados de
prisão contra abusadores, que armazenavam material pornográfico
de crianças e adolescentes,
foram cumpridos. Oito pessoas
foram presas em flagrante e ainda há
11 mandados de busca e apreensão.
contra pornografia infantil na
manhã desta quinta-feira (26) em
sete estados. Os dez mandados de
prisão contra abusadores, que armazenavam material pornográfico
de crianças e adolescentes,
foram cumpridos. Oito pessoas
foram presas em flagrante e ainda há
11 mandados de busca e apreensão.
Os alvos da operação, que ocorre em
São Paulo, Minas Gerais, Rio de
Janeiro, Goiás, Pernambuco, Maranhão e
Acre, compartilhavam o material
pela internet.
São Paulo, Minas Gerais, Rio de
Janeiro, Goiás, Pernambuco, Maranhão e
Acre, compartilhavam o material
pela internet.
Dos 10 mandados de prisão preventiva:
- 4 São Paulo
- 1 Maranhão
- 1 Minas Gerais
- 1 Acre
- 1 Goiás
- 1 Pernambuco
- 1 Rio de Janeiro
Segundo a PF, ao menos 15 vítimas,
de bebês a crianças de 11 anos,
foram identificadas.
de bebês a crianças de 11 anos,
foram identificadas.
Essa é a segunda fase da
Operação Underground, nome
inspirado nas técnicas de
investigação dentro e fora de
todo um conjunto de sites e servidores
de internet.
Operação Underground, nome
inspirado nas técnicas de
investigação dentro e fora de
todo um conjunto de sites e servidores
de internet.
Após a primeira fase, foram
feitas investigações na deepweb,
que resultaram na identificação de
13 pessoas que integravam
um grupo de produtores de material
de exploração sexual infantil, que
se comunicavam em ambiente
cibernético, onde ocorria o comércio
das imagens ilícitas.
feitas investigações na deepweb,
que resultaram na identificação de
13 pessoas que integravam
um grupo de produtores de material
de exploração sexual infantil, que
se comunicavam em ambiente
cibernético, onde ocorria o comércio
das imagens ilícitas.
Segundo apurado, "grande parte
dos envolvidos efetivamente
abusava sexualmente de crianças,
registrando as imagens. Numa
segunda etapa, reuniam-se
em salas virtuais dedicadas à
pedofilia, onde trocavam,
vendiam ou
simplesmente disponibilizavam
os arquivos ilícitos. Algumas das vítimas
já foram identificadas, quando
ficou demonstrado que o agressor é,
no mais das vezes,
pessoa do convívio da família da vítima,
ou mesmo parte dela", diz a PF.
dos envolvidos efetivamente
abusava sexualmente de crianças,
registrando as imagens. Numa
segunda etapa, reuniam-se
em salas virtuais dedicadas à
pedofilia, onde trocavam,
vendiam ou
simplesmente disponibilizavam
os arquivos ilícitos. Algumas das vítimas
já foram identificadas, quando
ficou demonstrado que o agressor é,
no mais das vezes,
pessoa do convívio da família da vítima,
ou mesmo parte dela", diz a PF.
O crime de publicação de imagens
de pornografia infantil
prevê pena de 3 a 6 anos de prisão. Já o estupro de vulneráveis prevê de 8 a
15 anos de prisão.
de pornografia infantil
prevê pena de 3 a 6 anos de prisão. Já o estupro de vulneráveis prevê de 8 a
15 anos de prisão.
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