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terça-feira, 25 de agosto de 2020

Hacker que extorquiu padre Robson diz que teve um romance com ele e ameaçava expor casos

Blog do Alex Ramos
Ministério Público de Goiás investiga o envolvimento do padre Robson de Oliveira Pereira em crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, apropriação indébita, falsificação de documentos e sonegação fiscal. O MP-GO aponta que o sacerdote fez desvios de doações de fiéis em valores que podem superar R$ 120 milhões.

investigação teve início em 2018, quando padre Robson foi vítima de extorsão e teria pago R$ 2 milhões para não ter imagens e troca de mensagens pessoais expostos na internet. O advogado Pedro Paulo Medeiros admite o pagamento da chantagem com recursos da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe). No entanto, afirma que os pagamentos foram feitos de forma simulada sobre a orientação da polícia que investigava o caso.

O grupo que extorquia o padre chegou a ser condenado em 2019 em uma ação movida pelo Ministério Público de Goiás. De acordo com o MP, padre Robson chegou a transferir R$ 2 milhões das contas bancárias da Afipe para as contas bancárias indicadas pelo grupo. No entanto, o montante foi bloqueado.
Também foram realizados pagamentos de quantias que variaram de R$ 50 mil a R$ 700 mil, em espécie. Nestes casos, o dinheiro era deixado dentro de um veículo Gol estacionado na porta do Condomínio Jardins Valência ou em uma caminhonete Hilux estacionada no Shopping Cerrado.
De acordo com o G1, o juiz Ricardo Prata, que condenou o grupo, escreveu na sentença que um dos supostos relacionamento amorosos que os hackers ameaçavam expor era com um dos chantagistas que invadiu os celulares e e-mails do padre. Durante o julgamento do caso, o hacker chegou a reafirmar que teve um relacionamento com o sacerdote.

Fonte: IstoÉ

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Luzimar Rodrigues